Aspa é destaque em Alcântaras


     Realizou-se sábado passado dia 15 a 6ª edição da tradicional Corrida de Inverno de Alcântaras. A prova realizada anualmente durante o sábado de Aleluia tem uma extensão de aproximadamente 4 km e envolve um trecho da CE 241 entre os Sítios Algodões e Sítio Bonfim. Reuniu dezenas de pessoas entre atletas, moradores e também das cidades vizinhas divididos nas categorias masculinos, femininos além das pessoas com deficiência.
     
     A equipe de atletismo da Associação Sobralense de Paradesporto (Aspa), esteve presente com 6 atletas e foram destaques na competição.

     Masculino.
     1º lugar: Júnior Torres;
     2º lugar: Maurício Júnior;
     3º lugar: Benedito Linhares.

     Feminino.
     1º lugar: Denise lima, atleta-guia: Dora Torres.

Aspa na Corrida de Inverno de Alcântaras


     A Associação Sobralense de Paradesporto (Aspa)  estará competindo nesse final de semana  na tradicional Corrida de Inverno de Alcântaras. Com largada prevista para as 16 horas de sábado 15, terá um percurso aproximado de 4 Km no Sítio Bomfim.
     
     A equipe contará com a presença de 8 paratletas:

     Denise Lima;
     Juliana do Nascimento;
     Judyson Mororó;
     Júnior Torres;
     Benedito Linhares
     Maurício Júnior;
     Fabrício de Melo e
     Leandro Sales
     e 1 atleta-guia:
     Dora Torres.
  
     Realizada desde 2012, a Corrida de Inverno de Alcântaras ocorre sempre durante a Semana Santa e além da participação de atletas da sede e dos sítios, registra significativa participação de estudantes da rede estadual e municipal de ensino, além de atletas de outras cidades.

Paratletas sobralense perdem competição por falta de apoio


     A equipe de natação e atletismo da ASPA ( Associação Sobralense de
Paradesporto ) estaria nesse final de semana competindo em Recife-PE no Circuito
Loterias Caixa, “evento organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado
pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de
atletismo, natação e halterofilismo. Tem como objetivo desenvolver as práticas
desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível
técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do
esporte paralímpico do país.”
     A ASPA que levaria 7 paratletas, 2 na natação e 5 no atletismo teria uma
enorme oportunidade de trazer medalhas além de conseguir a classificação pra 3 etapas
nacionais tendo chances de vagas nas Paralimpíadas 2020.
     A Associação, que é uma instituição sem fins lucrativos, ficou impossibilitada
de competir por não ter tido o apoio da Prefeitura de Sobral com as passagens mesmo
sendo solicitadas com antecedência.

Paratletas participam do revezamento da Tocha Olímpica em Sobral

    Quatro integrantes da Associação Sobralense de Paradesporto (Aspa) estão entre as pessoas selecionadas para conduzir a tocha olímpica durante sua passagem por Sobral, no dia 8 de junho. Dentre eles, o professor de Educação Física Cleyton Gomes, membro do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e idealizador do Projeto de Extensão Universitária de Esporte Adaptado, vinculado à Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Cleyton, que também conduzirá a chama olímpica, é o responsável por acompanhar e orientar a equipe da Aspa durante os treinos físicos e preparações para competições.

    De acordo com ele, essa forma de inclusão é muito importante para esses atletas, que muitas vezes são excluídos da sociedade.  “Com esse beneficio eles conseguem melhorias pessoais e conquistar a sua civilização. Aqui nós temos atletas que realmente gostam de competir, atletas que já conquistaram muitas vitórias e principalmente a ‘vitória da vida’, que é de extrema importância para eles. Eu também tive a oportunidade de ser favorecido com esse momento que visa à união dos povos e a inserção pelo esporte. É isso que nos motiva cada vez mais”, destaca ele.

    A Aspa trabalha com esporte para pessoas com deficiência e tem como objetivo prevenir as enfermidades secundárias às deficiências e ainda promover a integração social, mostrando que é possível, apesar de limitações, ter uma vida normal e saudável.

    A Poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Ela também é conhecida como paralisia infantil, e foi a responsável pela perda do movimento das pernas do Paratleta Júnior Torres nos seus primeiros dois anos de vida. Ele conta que mesmo com as dificuldades nunca deixou de fazer o que gosta – praticar esportes.  “Sempre fui muito ativo. Minha família nunca me impediu de fazer o que eu gostava. Comecei praticando atividade física com outras pessoas deficientes, onde só frequentávamos para socializar. Mas surgiu uma oportunidade em 2010, me interessei e comecei a competir com a ajuda do professor Cleyton. Costumo dizer que essa oportunidade veio tarde para mim, mas veio na hora certa”, disse o medalhista N/NE na modalidade de Natação e colecionador de cerca de 60 medalhas aos 40 anos de idade.

    Júnior Torres também foi selecionado para conduzir a chama olímpica e agradece a esposa que o indicou no site das olimpíadas.
“É um momento único. Um evento que podemos não receber mais, devido o tempo, pois as olimpíadas também estarão em outros países. Fico muito feliz de participar desse evento, apesar de não ter conseguido um bom índice para ir para a paraolimpíada. Mas só em ser um dos escolhidos para conduzir a tocha já agradeço bastante. Agradeço principalmente a minha esposa, pois foi ela quem me indicou. Já fico emocionado pensando no dia 8 de junho”, conclui.

    Mauricio Júnior, 22 anos, é tricampeão N/NE do Circuito Paralímpico em Atletismo. O Paratleta nasceu com uma deficiência denominada “Monoplegia” – perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou posterior). Durante algum tempo, Maurício precisou utilizar uma cadeira de rodas, mas após vários tratamentos e cirurgias, segundo ele, até corrida de bicicleta ele disputa atualmente. Ele também foi escolhido para percorrer às ruas de Sobral conduzindo a tocha.

    “É o momento mais esperado para quem pratica esporte hoje em dia. É muito bom sermos reconhecidos. Isso gera também futuros patrocínios. Há empresas em Sobral que patrocinam atletas paralímpicos de Fortaleza e eles competem com a gente. Então essa é uma oportunidade para poder mostrar nosso trabalho e nossas conquistas e assim obter reconhecimento”, destaca o Paratleta.
A terceira indicada para conduzir a chama olímpica foi Juliana de Lima, 18 anos. Logo após o seu nascimento, a esportista foi diagnosticada com “Mielomeningocele” – também conhecida como espinha bífida aberta, é uma malformação congênita da coluna vertebral –, a qual ocasiona a perda de controle das funções do intestino e da bexiga, além da paralisia total ou parcial das pernas.

    Campeã de corrida em cadeira de rodas e arremesso de peso, dardos e discos, a paratleta que iniciou os treinos em 2012 já coleciona 31 medalhas e competições em Recife, Natal e Fortaleza, além dos campeonatos em Sobral.

    “Eu estou muito ansiosa e feliz, pois eu nem esperava ter sido escolhida. Foi uma professora minha que me indicou e me deu a noticia da escolha”, finalizou ela.
A Tocha Olímpica passará por 300 cidades e será carregada por 12 mil pessoas. No Ceará, 15 cidades receberão o revezamento da tocha.

    Cerca de 60 sobralenses irão conduzir a tocha olímpica no dia 8 de junho a partir das 17 horas, em Sobral. A chama olímpica sairá da Avenida Dr. Guarany e irá percorrer as principais vias e pontos históricos da cidade, marcando presença nas principais praças e no Beco do Cotovelo. O percurso ainda conta com paradas nos bairros Parque Silvana, Alto da Expectativa e Coração de Jesus, finalizando na Margem Esquerda do rio Acaraú, onde terá uma série de apresentações culturais, além de ser o local onde a tocha passará a noite.

Thais Menezes
Especial para o Sobral News

Paratletas Sobralenses são destaque em competição nacional


   A equipe de natação e atletismo da Associação Sobralense de Paradesporto - ASPA esteve no último final de semana, 05 e 06 de março, participando da Regional Norte/Nordeste do Circuito Brasil Caixa Loterias de Atletismo, Halterofilismo e Natação. A competição aconteceu no Centro Esportivo Santos Dumont em Recife-PE e reuniu mais de 500 paratletas das regiões norte e nordeste do País, totalizando 42 entidades.
   Esteve representando a ASPA no atletismo os paratletas José Maurício, Fabrício de Melo, Juliana de Lima, Allisson Roque e Benedito Linhares e na natação Júnior Torres e Ana Jocélia.
   Totalizando 6 medalhas com José Maurício 1º lugar no 100 M, 1º lugar nos 400 M e 2º lugar no Arremesso de Peso; Fabrício de Melo 1º lugar no lançamento de disco e Allisson Roque 3º lugar nos 100M e 3º lugar nos 200M a equipe trouxe bons resultados. 
   Com o apoio da Secretaria de Esportes de Sobral e Sesc Sobral.

   O Circuito Brasil Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro e é patrocinado pela Caixa Loterias. O objetivo do evento é desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paraolímpico do País.

Paratletas Sobralenses de olho nas Paralimpíadas 2016


           Paratletas sobralenses participarão da Fase Norte /Nordeste do
Circuito Brasil Caixa Loterias de Atletismo, Natação e Halterofilismo, que acontecerá em Recife / PE, nos dias 4, 5 e 6 de março de 2016.
        Sobral será representada pelos atletas Júnior Torres e Ana Jocélia nas provas de Natação e Juliana Lima, Allison Roque, Mauricio Jr., Fabricio Melo e Benedito Linhares nas provas de Atletismo.
           Todos fazem parte da ASPA ( Associação Sobralense de Paradesporto ), associação voltada ao esporte da pessoa com deficiência com o apoio da Secretaria de Esporte de Sobral.

Prorrogado inscrição para o Bolsa Esporte

     O fim das inscrições para o programa Bolsa Esporte foi prorrogado para 12 de novembro. O projeto do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria do Esporte (Sesporte), tem o objetivo de incentivar e favorecer o desempenho esportivo de atletas que estão abaixo da linha da pobreza.

     O Bolsa Esporte será dividido em três níveis:

· Nível 1 - 1.267 bolsas no valor de R$ 100,00 mensais.

· Nível II – 300 bolsas no valor de R$ 130,00 mensais.

· Nível III – 200 bolsas no valor de R$ 260,00 mensais.

Somente poderão ser atendidos por este projeto aqueles que possuem renda mensal familiar abaixo de meio salário mínimo e que são residentes em áreas caracterizadas por graves indicadores sociais, tendo como idade mínima 10 anos e máxima 35 anos. Não há limite de idade para pessoas com deficiência.